BALÃO INTRAGÁSTRICO HIPNÓTICO

Outra aplicação mais avançada da hipnose, é para que o cliente acredite que existe um balão intra-gástrico dentro do estômago. Trata-se de recriar a sensação tal e qual do balão real que preenche o estômago impedindo a pessoa de comer grandes quantidades de comida de uma só vez.

Este, porém, é imaginário, inserido por meio da hipnose.

O processo hipnótico simula passo a passo o processo real, de tal forma que o cérebro acredita e dá essa informação ao corpo.

Todos os passos e atapas são recriados ao ínfimo detalhe para que a sugestão seja eficaz e profunda o suficinete.

Mas será que esta técnica funciona com todos?

A resposta é não.

 

Este processo só deve ser realizado em pessoas cujo grau de sugestibilidade seja superior a 70% o que corresponde a cerca de 10% ou 15% da população portuguesa.

Ter uma boa sugestibilidade nada tem a ver com ser crédulo ou muito influenciável.

O que determina se a pessoa consegue ser hipnotizada ou não, são características de personalidade e por vezes até genéticas. Pessoas que têm um lado mais artístico, como aptidão para a arte, música, escultura, pintura, teatro, são pessoas normalmente mais susceptíveis à hipnose, simplesmente porque têm a imaginação, criatividade e capacidade de visualização extremamente desenvolvidas.

Este tratamento só é efectuado após o cliente passar um processo rigoroso de selecção, que incluem exames médicos.

Mas desengane-se quem pensar que ao fazer este processo, o seu comprometimento ou esforço acabaram. Pelo contrário. Da mesma forma que no processo real há que passar por todo um esquema de reeducação alimentar, psicoterapia para trabalhar a motivação e questões emocionais associadas, e integração de exercício físico como um hábito regular; no caso do processo hipnótico aplica-se exactamente a mesma premissa.

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©2013 por Cristina Fernandes