Hábitos para uma saúde mental equilibrada

Depressão, ansiedade, irritação e incapacidade. Estes são apenas alguns dos sinais de uma saúde mental fraca… muitas vezes por culpa daqueles que rodeiam.


Tal como para a saúde em geral, não há nada melhor para tratar dos problemas do que banir as causas. E a saúde mental não é exceção. Se o açúcar, o sal e a gordura são possíveis causas de problemas cardiovasculares, o mau ambiente e as pessoas tóxicas são apenas dois fatores que interferem com a saúde mental.


Compreender a fonte dos sentimentos, conhecer os momentos que trazem emoções e distinguir o que dá felicidade e o que traz tristeza é fundamental para manter uma saúde mental plena, sem sinais de depressão, stress, ansiedade, irritação e até mesmo incapacidade.


Segundo o The Independent, são necessários cinco hábitos diários para se ter uma saúde mental de qualidade.


1. Não banalizar as palavras ‘bom’ e ‘mau’. Diz a publicação que por vezes é mais vantajoso usar termos como ‘útil’ ou ‘inútil’, que permitem ser mais fieis aquilo que se sente, porque o bom e o mau é sempre muito vago.


2. Ter consciência de que a mudança é inevitável. Por muito que se tenha uma zona de conforto e por muito bem que se esteja na situação actual, é importante ter consciência da importância e da necessidade da mudança, só assim as alterações não provocam stress, ansiedade ou até tristeza.


3. Saber que não se pode controlar tudo. O mundo está a desabar a seus pés. Pode tentar controlar a situação, alterar e até mesmo superar… mas tal não será eficaz em todas as situações e a pessoa deve estar ciente de que não consegue ter poder em tudo o que a rodeia.


4. Aprender a compreender comportamentos. O que é mau para uma pessoa não tem que ser, necessariamente, mau para outra e, por isso, os comportamentos de terceiros devem ser observados, avaliados e compreendidos – salvo algumas excepções, claro. A ideia é provar que o comportamento humano é flexível e que não deve ser mais um motivo de ‘dores de cabeça’.


5. Aceitar todas as emoções. Sejam boas ou más, não importa. O importante é compreender as próprias emoções, descobrir o que as causa e quais as suas consequências.




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©2013 por Cristina Fernandes